Dicas - A Antiga Pirâmide Alimentar
 
A distribuição dos alimentos sob forma de pirâmide foi adotada em 1992 pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, com o objetivo de orientar uma alimentação correta e balanceada, facilitando a compreensão da população. Os principais objetivos da pirâmide alimentar antiga era obter o consumo variado de alimentos, com base na ingestão de carboidratos complexos, como pães, arroz, massas, etc). Saiba mais sobre a antiga pirâmide:

• A pirâmide alimentar visa demonstrar de forma objetiva como suprir as necessidades diárias de calorias e nutrientes de cada população, baseando-se em seus alimentos tradicionais. A antiga pirâmide, a seguir apresentada, havia sido adaptada à população brasileira, sugerindo o consumo de 50 a 60% de carboidratos, 20 a 30 % de gorduras e 10 a 15% de proteínas, quanto às calorias totais que deveriam ser ingeridas em um dia.
• A pirâmide antiga apresentava quatro níveis e estava dividida em oito grupos, sendo que na base, assim como no novo modelo, encontravam-se os alimentos que deveriam ser ingeridos em maior quantidade e, no topo, os alimentos que deveriam ser ingeridos em quantidades menores.
• Na base da pirâmide encontravam-se os carboidratos complexos (pães, massas, arroz, biscoitos), que são os alimentos responsáveis por fornecer energia; na segunda parte (debaixo para cima), encontravam-se as frutas e hortaliças, responsáveis pelo bom funcionamento do organismo e prevenção de doenças; na terceira parte vinham as proteínas, constituídas por três grupos importantes: laticínios, leguminosas e carnes; os laticínios são fontes de cálcio, as leguminosas (feijões, lentilhas, ervilhas) fornecem ferro, fibras e proteínas de origem vegetal, e as carnes são ricas em ferro e excelentes fontes de vitamina B12 e B6. No topo vinham as gorduras e os doces.

• No entanto, o modelo incorporado na década de 90 foi apontado como prejudicial à saúde, no que se refere ao consumo de carboidratos complexos como base da dieta. Estudos revelaram que estes carboidratos são facilmente transformados em glicose pelo organismo, desencadeando um processo fisiológico responsável pela sensação de fome mais cedo do que se tivessem sido consumidos produtos integrais, ricos em fibras. Além disso, o consumo de óleos vegetais (gorduras monoinsaturadas), apontados como grandes vilões, deve constar na dieta. Já o consumo de gorduras saturadas deve ser evitado, assim como o consumo de margarinas, e gorduras hidrogenadas. Clique aqui para saber mais sobre a nova pirâmide.


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